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melatonina é um hormônio ligado ao ciclo circadiano, ou seja, a forma como o organismo organiza suas funções quando estamos acordados e durante o sono. A substância começa a ser produzida na glândula pineal quando o dia escurece, para ajudar o organismo se preparar para dormir. Ela atinge seu nível máximo quando estamos dormindo. Com o nascer do sol e a volta da claridade, a glândula reduz a produção de melatonina, o que sinaliza que é o momento de acordar. Por regular as funções do sono em todo o organismo, a maior parte dos órgãos possuem receptores para ela. Portanto, é bem possível que ela atue no organismo de formas variadas, ainda desconhecidas pelos médicos. Acredita-se que ela também tenha funções de regeneração celular e também ajude a combater inflamações no organismo. Como hoje temos cada vez mais estímulos luminosos mesmo durante a noite, com a televisão, computadores e o uso constante do celular, algumas pessoas podem ter uma produção menor ou mais irregular da melatonina. 


Alguns fatores costumam influenciar na produção de melatonina são: 
- Idade;
- Exposição a fontes de luz;
- Alguns medicamentos;
- Cegueira.

PARA QUEM É INDICADO A MELATONINA

Como a melatonina é um hormônio relacionado ao ciclo do sono, hoje essa substância é indicada para quem tem dificuldade de começar a dormir, de manter o sono ou de ter um descanso de qualidade durante a noite. Isso inclui as seguintes pessoas: 
- Idosos, que costumam ter a melatonina mais baixa naturalmente;
- Pessoas que trabalham em turnos noturnos e precisam dormir durante o dia;
- Vespertinos, ou seja, pessoas que só conseguem dormir e acordar mais tarde;
- Viajantes que precisam se recuperar do jet lag ou querem prevenir esse problema com os fusos horários;
- Pessoas com alguns graus de cegueira, que devido à má percepção de luminosidade têm dificuldades em produzir o hormônio.


Vale lembrar que melatonina pode ser interessante para o tratamento de alguns tipos de insônia, mas não funciona com todas, já que sua eficiência só é comprovada na indução inicial do sono.Além disso, é importante ressaltar que a melatonina indicada para suplementação é uma dose muito maior do que o corpo libera. Estima-se que toda noite a glândula pineal solte para o organismo 0,1 mg de melatonina, e os compridos de hoje podem ter até 3 mg da substância. Por isso é importante seguir uma indicação médica ao consumi-la.

MELATONINA PARA CRIANÇAS

Nas crianças a melatonina também tem a função ligada ao ciclo circadiano, ou seja, relacionada a forma como o organismo organiza suas funções quando estamos acordados e durante o sono. No entanto, o sono adequado tem implicações ainda mais importantes para os pequenos, já que durante a noite é que o corpo libera o hormônio do crescimento, importante para que a criança se desenvolva.

No entanto, a melatonina só deve ser dada às crianças quando se constata que elas não têm uma produção suficiente do hormônio. Isso ocorre principalmente em casos de autismo, cegueira total ou alguma lesão neurológica.

Em casos além desses, o ideal é conversar com um médico, pois outras medidas podem ser tomadas. Por exemplo, muitos pais têm usado a melatonina em busca de uma solução para crianças com menos de 3 anos que não conseguem pegar no sono. No entanto, o ideal para esse tipo de situação é adotar medidas de higiene do sono, assim como uma desaceleração do ritmo da casa como um todo na hora de dormir.

Além disso, a melatonina não deve ser dada para crianças sem conversar com um especialista. Por mais que muitos suplementos vendidos no exterior do Brasil sejam feitos com foco no público infantil, seu uso em crianças atualmente é considerado controverso, já que não há estudos suficientes comprovando sua segurança nos pequenos.

EFEITOS POSITIVOS DA MELATONINA EM ESTUDO

Pesquisadores tem analisado outras funções para a melatonina além da melhoria do sono, como por exemplo: 

TRATAMENTO DA ENXAQUECA: Estudos recentes, alguns feitos aqui no Brasil, mostram os usos da melatonina no tratamento de alguns tipos específicos de enxaqueca. Ela tem sido estudada para os casos em que os pacientes não respondem aos tratamentos comuns, que consistem no uso de analgésicos, entre outras terapias. Mas ainda não se sabe qual efeito ela pode ter nesses casos e nem foi estabelecido um protocolo para seu uso.

MELHORA NA RESPOSTA À QUIMIOTERAPIA: Alguns estudos em camundongos mostraram que a melatonina pode ajudar a aumentar a efetividade dos tratamentos para câncer usando quimioterapia. Estudos ainda estão sendo feitos em humanos, mas ainda não se sabe se esse hormônio atuará da mesma maneira.

PREVENÇÃO DO CÂNCER: Alguns estudiosos vão além e acreditam que a melatonina pode influenciar na prevenção de alguns tipos de câncer. Existem argumentos biológicos para isso, já que um dos processos do corpo durante o sono é justamente regular o mecanismo que controla se as células novas criadas pelo corpo estão funcionando como deveriam, prevenindo o aparecimento de tumores. Mas os testes em humanos ainda estão sendo feitos e precisam de alguns anos para chegarem a uma conclusão mais concreta. 

TRATAMENTO DA SÍNDROME DOS OVÁRIOS POLICÍSTICOS: A melatonina influencia na ação diversos hormônios do corpo, inclusive alguns relacionados à síndrome dos ovários policísticos, como a insulina e o estradiol. Portanto, essa interligação pode trazer benefícios para o tratamento e as pesquisas atuais estão mais focadas por enquanto em entender como a melatonina pode impactar nesses hormônios, para depois entender como usá-la nesses casos.

AMENIZAR CÓLICAS EM BEBÊS: Alguns estudos têm mostrado que a serotonina e a melatonina têm papeis importantes no intestino: enquanto a primeira causa uma contração nas paredes deste órgão, a segunda ajuda no relaxamento. Como os bebês têm uma glândula pineal imatura, que ainda não produz melatonina, especialistas estudam se a suplementação com uma gota de melatonina ajudaria nesses casos, mas ainda não há conclusões e muito menos protocolos de tratamento de cólicas desta forma.

GLAUCOMA E CATARATA: Experimentos realizados em cobaias demonstraram benefícios contra o estresse oxidativo das células dos olhos e também efeitos neuroprotetores.

HIPERTENSÃO: Tem efeito principalmente sobre a alta de pressão arterial que ocorre à noite. Uma revisão de estudos sobre o tema confirmou sua eficácia quando administrada sob controle médico. Descobriu-se ainda que a droga propranolol, um anti-hipertensivo comum, interrompe a produção do composto, alterando o ritmo do sono. Pacientes sob tratamento com a medicação seriam candidatos à suplementação.

DEPRESSÃO: Há uma nova classe de antidepressivos com atuação nos receptores de melatonina. São os que têm o princípio ativo agomelatina. Uma pesquisa americana, por exemplo, concluiu que a medicação deve ocupar lugar de destaque no tratamento da doença.

DIABETES: É conhecida sua relação com a doença. Quanto menor a concentração de melatonina, maior o risco para a infermidade. Também foi descoberto que alterações genéticas que interferem na produção do hormônio estão associadas ao aumento do risco de desenvolver o tipo 2 da doença.

ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA(ELA): Pesquisa recém-publicada demonstrou que injeções do hormônio em animais retardaram a progressão da enfermidade e prolongaram a vida das cobaias. Também houve menos degeneração dos neurônios motores e da medula espinhal.

ALOPECIA ANDROGENÉTICA (queda de cabelo por causa genética): Cinco estudos em humanos registraram sua eficácia (usada de forma tópica). Em um deles, com mais de 1,8 mil participantes, o índice de pacientes com vulnerabilidade à queda fácil de cabelo caiu de 61% para 7,8% após três meses de uso.

ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL: Trabalhos apontam efeito protetor. O hormônio reduz a inflamação e o edema cerebral, melhora a coordenação motora e atenua a ansiedade, entre outros efeitos. Entre as razões para os benefícios, estão seu poder de impedir a morte celular e reduzir o estresse oxidativo das células (processo que acelera sua degeneração) e também de estimular a diferenciação de células-tronco em novos neurônios.

INSÔNIA: A associação Britânica de Psicofarmacologia elegeu a substância como primeira opção de tratamento para indivíduos com mais de 55 anos que sofrem de insônia.

ALZHEIMER: Experimentos realizados em animais apontaram que ela retardou o avanço da enfermidade. Um deles, feito na Espanha, concluiu que a substância protege contra a degeneração dos neurônios.


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Etiquetas: melatonina, sono, insonia, alzheimer